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Organizações da Rede: Conheça o Ecomuseu Natural do Mangue

  • 14 de mai.
  • 1 min de leitura

O Ecomuseu Natural do Mangue nasce da inquietação de dois amigos, Rusty Sá Barreto e Ivam Oliveira (R.I.P.), que ao observarem de perto a degradação do manguezal em Sabiaguaba decidiram não se calar. Eles abriram mão da própria barraca de praia para dar início a algo maior: um movimento de consciência, educação e transformação.


Desde 19 de janeiro de 2001, o Ecomuseu propõe um novo olhar: onde o próprio ambiente se torna acervo vivo. Com a força de Sineide Crisóstomo, educadora e parceira nessa caminhada, o projeto cresceu baseado na educação ambiental como ferramenta de mudança.


A caminhada nunca foi fácil. Mas, assim como o mangue, eles seguem firmes: com raízes fortes, resistência e propósito.


E é impossível falar desse trabalho sem entender a grandeza do ecossistema que eles defendem: o manguezal protege a vida marinha, captura de 3 a 5 vezes mais carbono que uma floresta comum, ajuda a conter a linha costeira e ainda sustenta saberes e culturas, das festas às lendas, dos pescadores à medicina tradicional, dos ritos religiosos à memória de um povo.


De um sonho inquieto a uma referência nacional.


Hoje, o Ecomuseu é reconhecido como Patrimônio Histórico-Cultural e Natural de Fortaleza, parceiro oficial do Programa das Nações Unidas pelo Meio Ambiente (PNUMA) e atua diretamente nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, impactando educação, clima, biodiversidade e comunidades.


Siga e conheça mais: @ecomunam



 
 
 

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